Cafh | Minutos com a Diretora: Preconceitos ou Crenças?

Publicado el 24/08/2026
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Quando tratamos de reconhecer a outra pessoa como uma autêntica expressão do divino, vamos nos encontrar com nossos preconceitos.
Nossos preconceitos provêm, como seguramente, todos sabemos
de nossa educação, da época em que nascemos, da família a que pertencemos, das experiências que fizemos e de nossa própria idiossincrasia, de nossas próprias características. E, geralmente, os preconceitos que formam essa trama, através da qual observamos a realidade, é invisível. Na maior parte do tempo nossos preconceitos são invisíveis e, para nós, a realidade é assim. Não é que seja uma forma em que eu a vejo conforme certos condicionamentos, se não que seja assim.
Então, é interessante questionar os preconceitos que temos. E como podemos fazer isto? Tratemos de escutar nosso discurso mental e de pinçar quando começamos dizer:

Ah, essa pessoa está errada... Não, isto não é assim...

Não, veja a forma como se veste...

ou veja a forma como come ou...

que decisões toma em sua vida...

Então, quando nos encontramos pensando nisso, perguntemo-nos por quê?

Por que o que esta pessoa pensa está errado?

Ou como se veste, por que eu tenho a prerrogativa de pensar, de vestir, de reagir, de escolher...

E é como um jogo! É poder se dar conta de que isto que a gente vê, é a nossa forma.

E não tem porquê ser a forma do outro.

E vamos nos dar conta que nossos

que nossos preconceitos, realmente, são o que nos separa dos demais.

São o que nos separa.

Porque estamos tão apegados a essas ideias que temos de como são as coisas

que fazem com que não possamos ver a outra pessoa

em sua totalidade, como um ser divino, como recém dizíamos.

Bom,

e quando podemos

aceitar o outro como é, e reconhecer essa expressão divina no outro

a aceitação também nos leva a uma atitude de abertura ante a vida,

uma atitude de profunda abertura ante a vida.

Esta abertura

implica que sejamos capazes de reconhecer

nossa posição relativa em meio ao conjunto humano.

Nossa posição relativa no grupo em que estamos, isto é, eu sou um em meio a este grupo,

mas, não sou o centro do grupo. Sou mais um, uma parte.