Um olhar mais panorâmico de nossa atualidade, constatamos que vivemos tempos de mudança, de instabilidade, de crise de valores numa humanidade que demanda urgentemente contribuições reais para esse momento tão crítico que vive. vive.
Nesse panorama que poderia até nos fazer perder a esperança, podemos encontrar uma fonte pulsante de vida no ato de servir.
Assim, essencialmente, nossa missão como seres humanos é servir e encontramos no servir uma fonte de plenitude e alegria inesgotáveis.
A natureza serve, servem todos os seres.
Assim nos abrimos e colocamos nossas energias de maneira criativa e efetiva à disposição da obra ser realizada.
O serviço nos torna humildes e nos irmana. Somos servidores uns dos outros.
Somos servidores da grande obra. Somos servidores da humanidade.
Servir tira o foco do pequeno círculo do nosso eu e expande os horizontes do nosso mundo pessoal.
E assim nos liberamos de sentimentos que nos empequencem e nos aprisionam no limitado mundo de nós mesmos.
O servir é espontâneo, natural. Basta olhar no entorno e agir. Com o servir, criamos pontes de amor, alimentando atitude de renúncia. Essa renúncia nos ensina a tomar e deixar, a não reter e a não resistir ao fluxo natural do devenir da vida. Assim, fazemo-nos credores de valores interiores e nos habilitamos a gerar a força necessária, a estabilidade interior e a irradiá-la.
A atitude de servir nos possibilita praticar a humildade e nos fortalece como irmãos, sem que sejamos menores nem maiores do que aqueles a quem servimos. Dessa maneira sedimentamos nosso sentido de pertencimento ao todo.
Ao servir, promovemos a expansão do amor.
No servir amoroso e desinteressado, reafirmamos nossa ligação com todos os seres.
Ante o sofrimento humano e suas inúmeras necessidades não atendidas, a atitude de serviço ameniza, atende e consola.
Dessa maneira nos abrimos, incluindo a todos e a tudo, e colocamos nossas energias de maneira criativa e efetiva à disposição da realização do que a humanidade necessita.
Somos todos verdadeiramente servidores uns dos outros.
Nesse panorama que poderia até nos fazer perder a esperança, podemos encontrar uma fonte pulsante de vida no ato de servir.
Assim, essencialmente, nossa missão como seres humanos é servir e encontramos no servir uma fonte de plenitude e alegria inesgotáveis.
A natureza serve, servem todos os seres.
Assim nos abrimos e colocamos nossas energias de maneira criativa e efetiva à disposição da obra ser realizada.
O serviço nos torna humildes e nos irmana. Somos servidores uns dos outros.
Somos servidores da grande obra. Somos servidores da humanidade.
Servir tira o foco do pequeno círculo do nosso eu e expande os horizontes do nosso mundo pessoal.
E assim nos liberamos de sentimentos que nos empequencem e nos aprisionam no limitado mundo de nós mesmos.
O servir é espontâneo, natural. Basta olhar no entorno e agir. Com o servir, criamos pontes de amor, alimentando atitude de renúncia. Essa renúncia nos ensina a tomar e deixar, a não reter e a não resistir ao fluxo natural do devenir da vida. Assim, fazemo-nos credores de valores interiores e nos habilitamos a gerar a força necessária, a estabilidade interior e a irradiá-la.
A atitude de servir nos possibilita praticar a humildade e nos fortalece como irmãos, sem que sejamos menores nem maiores do que aqueles a quem servimos. Dessa maneira sedimentamos nosso sentido de pertencimento ao todo.
Ao servir, promovemos a expansão do amor.
No servir amoroso e desinteressado, reafirmamos nossa ligação com todos os seres.
Ante o sofrimento humano e suas inúmeras necessidades não atendidas, a atitude de serviço ameniza, atende e consola.
Dessa maneira nos abrimos, incluindo a todos e a tudo, e colocamos nossas energias de maneira criativa e efetiva à disposição da realização do que a humanidade necessita.
Somos todos verdadeiramente servidores uns dos outros.