Cafh | Ocupando o meu lugar

Publicado el 10/08/2025
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Cada um de nós tem um caminho próprio para percorrer e decide quanto tempo e quanta energia vai colocar nesta viagem maravilhosa que nos leva à expansão da consciência.
A ilusão de serem propriedades nossas, a energia do nosso corpo e de nossa mente nos faz acreditar que a vida também seja nossa e mais intensa e real do que registra o relógio. Assim, nos limitamos a uma percepção de uma vida particular, separada dos demais, e pensamos ser nossa a energia que nos anima.
Cada um de nós tem um caminho próprio para percorrer e decide quanto tempo e quanta energia vai colocar nesta viagem maravilhosa que nos leva à expansão da consciência. Tempo é vida e a qualidade de nossa vida depende desta decisão que precisa sempre ser tomada a todo instante.
A energia é vida circunscrita ao tempo. Orientada com inteligência, essa energia traz inumeráveis benefícios para o ser humano. Reservada sabiamente, é a fonte de onde conscientemente podemos nos nutrir para desenvolver uma vida harmônica e equilibrada. Cada um de nós recebe uma quantidade própria de energia física, mental e moral.
Como seres humanos, temos a faculdade de decidir em que gastamos esta energia, em que direção a orientamos e como a reservamos. A energia em si mesma não é nem boa, nem má. O uso que fazemos dela é o que determina o seu destino. Ninguém, além de nós mesmos, decide o destino dessa força e é nosso dever utilizá-la de maneira construtiva e prudente.
Quando aprendemos a realizar, através da renúncia, a fascinante alquimia interior de influir sobre o nosso núcleo espiritual, com um dedicado trabalho de expansão da consciência, liberamos imensas quantidades dessa maravilhosa potência, a que chamamos amor.
Nossa
missão é de oferenda.
Seu objetivo nos transcende e nos compromete a realizar nossa principal obra social, que é nos desenvolver espiritualmente para expandir nossa consciência e com ela nossa compaixão e nosso sentido de responsabilidade individual e social. Esta obra social vai muito mais além de reconhecer a necessidade de amenizar o sofrimento humano. Ela nos orienta a transformar nossa natureza interior até que cada um de nós ocupe um lugar, o seu lugar e não dois.