Nossos sentimentos e emoções são meios pelos quais reagimos e respondemos às experiências da vida. Porém, eles podem se embolar de tal maneira que muitas vezes podemos tomar um pelo outro, entendendo-os como se fossem a mesma coisa.
Nossas emoções, que são fluxos não elaborados em nossa mente, podem nos desgovernar como mar bravio que joga com os barcos em meio à violência da agitação das ondas. Em paralelo, nosso sentimento são elaborações mentais derivadas de nossas emoções. E eles podem nos envolver de
tal maneira que chegamos a nos mostrar não como somos, mas através de um disfarce sentimental que dissimula nossa natureza, confunde a noção que temos de nós mesmos, movendo-nos a nos expressar não como realmente somos, mas como sentimos que somos.
Quando nossos sentimentos se dão através de um feixe de emoções, ficamos como aquele barco à deriva, em meio à violência das ondas de um mar revolto. Ficamos vulneráveis em meio a sentimentos que se enlaçam uns com os outros, que se estimulam e se alimentam reciprocamente, manifestando-se sem ser discernidos.
Porém, mergulhar na excessiva dor ou no excessivo amor faz o coração estalar.
A mística do coração nos convida a transformar esta resposta numa atividade exterior frutífera, útil e eficiente à vida. Isto implica acolher, pouco a pouco, tanto sentir em nosso coração que seremos capazes de conter em nós todo o sentir do universo e de amar todo o universo, sem deixar nada de fora. É a mística do coração nos tomando pela mão e nos guiando para uma possibilidade mais ampla e inclusiva de amar.
E qual seria esse amor se ele fosse um entre tantos outros nossos amores?
Se deixamos de nos identificar com as emoções que nos impulsionam, ora num sentido, ora no outro. Se detivermos nossa identificação com sentimentos originalmente tão variáveis, rompemos a casca que parecia refletir genuinamente nosso sentir, como uma borboleta que sai para a vida ao romper o casulo que permitiu a transformação de uma lagarta, mas que mantinha prisioneira a borboleta em que se transformou.
Chegamos assim à manifestação do perfeito amor.
E não podemos parcializar o amor.
Onde há amor, não há amores.
Nossas emoções, que são fluxos não elaborados em nossa mente, podem nos desgovernar como mar bravio que joga com os barcos em meio à violência da agitação das ondas. Em paralelo, nosso sentimento são elaborações mentais derivadas de nossas emoções. E eles podem nos envolver de
tal maneira que chegamos a nos mostrar não como somos, mas através de um disfarce sentimental que dissimula nossa natureza, confunde a noção que temos de nós mesmos, movendo-nos a nos expressar não como realmente somos, mas como sentimos que somos.
Quando nossos sentimentos se dão através de um feixe de emoções, ficamos como aquele barco à deriva, em meio à violência das ondas de um mar revolto. Ficamos vulneráveis em meio a sentimentos que se enlaçam uns com os outros, que se estimulam e se alimentam reciprocamente, manifestando-se sem ser discernidos.
Porém, mergulhar na excessiva dor ou no excessivo amor faz o coração estalar.
A mística do coração nos convida a transformar esta resposta numa atividade exterior frutífera, útil e eficiente à vida. Isto implica acolher, pouco a pouco, tanto sentir em nosso coração que seremos capazes de conter em nós todo o sentir do universo e de amar todo o universo, sem deixar nada de fora. É a mística do coração nos tomando pela mão e nos guiando para uma possibilidade mais ampla e inclusiva de amar.
E qual seria esse amor se ele fosse um entre tantos outros nossos amores?
Se deixamos de nos identificar com as emoções que nos impulsionam, ora num sentido, ora no outro. Se detivermos nossa identificação com sentimentos originalmente tão variáveis, rompemos a casca que parecia refletir genuinamente nosso sentir, como uma borboleta que sai para a vida ao romper o casulo que permitiu a transformação de uma lagarta, mas que mantinha prisioneira a borboleta em que se transformou.
Chegamos assim à manifestação do perfeito amor.
E não podemos parcializar o amor.
Onde há amor, não há amores.