Quando sonhamos em nos liberar de nossas limitações e amarras, geralmente tentamos romper com ritos, com tradições, com costumes, com a sociedade.
Não nos damos conta de que, sem um conteúdo criativo que substitua os esquemas que rejeitamos, uma substituição deixa-nos vazios de valores, de princípios, de direção.
É frequente que em nossa mente os conceitos de liberação e mudanças tenham limites muito imprecisos e que se confundam com facilidade.
É evidente que, para atualizar nossa faculdade de viver em liberdade, necessitamos ajustar-nos para participar de um sistema justo para todos. Do contrário, cedo ou tarde, nossa própria liberdade estará ameaçada.
Mas as mudanças violentas, através de palavras, de atitudes ou de ações, seriam necessárias para nos liberar?
O que entendemos por mudar?
O que entendemos por liberdade?
O que entendemos por liberação?
Mudar é escolher ou fazer outros escolherem algo que substitua o que se tem, sem conotação nem positiva e nem negativa. Mudar não é garantia de melhorar. É simplesmente uma substituição.
Em nossa vida, a conotação positiva ou negativa não é dada pela mudança em si, mas pela maneira e pelo conteúdo da substituição.
A liberdade é a faculdade natural que temos para eleger atuar ou não, atuar de uma maneira, ou de outra. A liberdade vem acompanhada da responsabilidade a respeito de nossos atos.
Se não temos responsabilidade por nossos próprios atos, tampouco temos respeito pelos demais. Em consequência, subjulgamos-nos uns aos outros, já que não somos uma abstração, nem existimos no vazio. Vivemos em relação. O que fazemos afeta os que nos rodeiam.
A liberação se refere à ação de pôr-nos em liberdade. Isto é, a faculdade natural de liberdade se manifesta através de uma ação específica, liberar-nos.
O que implica ação de nos liberar?
A ação de nos liberar consiste em equilibrar o uso fruto de nossa liberdade, com o exercício da responsabilidade implícita de fazer e dizer, respeitando a liberdade dos demais. Em consequência, implica que levar uma vida governada por princípios espirituais e éticos e, sobretudo, uma vida comprometida com o bem comum.
Saber isto e atuar de modo consequente é uma verdadeira liberação.
está no Bom Caminho.
Não nos damos conta de que, sem um conteúdo criativo que substitua os esquemas que rejeitamos, uma substituição deixa-nos vazios de valores, de princípios, de direção.
É frequente que em nossa mente os conceitos de liberação e mudanças tenham limites muito imprecisos e que se confundam com facilidade.
É evidente que, para atualizar nossa faculdade de viver em liberdade, necessitamos ajustar-nos para participar de um sistema justo para todos. Do contrário, cedo ou tarde, nossa própria liberdade estará ameaçada.
Mas as mudanças violentas, através de palavras, de atitudes ou de ações, seriam necessárias para nos liberar?
O que entendemos por mudar?
O que entendemos por liberdade?
O que entendemos por liberação?
Mudar é escolher ou fazer outros escolherem algo que substitua o que se tem, sem conotação nem positiva e nem negativa. Mudar não é garantia de melhorar. É simplesmente uma substituição.
Em nossa vida, a conotação positiva ou negativa não é dada pela mudança em si, mas pela maneira e pelo conteúdo da substituição.
A liberdade é a faculdade natural que temos para eleger atuar ou não, atuar de uma maneira, ou de outra. A liberdade vem acompanhada da responsabilidade a respeito de nossos atos.
Se não temos responsabilidade por nossos próprios atos, tampouco temos respeito pelos demais. Em consequência, subjulgamos-nos uns aos outros, já que não somos uma abstração, nem existimos no vazio. Vivemos em relação. O que fazemos afeta os que nos rodeiam.
A liberação se refere à ação de pôr-nos em liberdade. Isto é, a faculdade natural de liberdade se manifesta através de uma ação específica, liberar-nos.
O que implica ação de nos liberar?
A ação de nos liberar consiste em equilibrar o uso fruto de nossa liberdade, com o exercício da responsabilidade implícita de fazer e dizer, respeitando a liberdade dos demais. Em consequência, implica que levar uma vida governada por princípios espirituais e éticos e, sobretudo, uma vida comprometida com o bem comum.
Saber isto e atuar de modo consequente é uma verdadeira liberação.
está no Bom Caminho.