A adesão intelectual ao espiritual nos ajuda no início, quando começamos a compreender a necessidade de dar uma dimensão mais profunda e universal a nossas vidas. A ideia de conectar-nos com o divino nos atrai e nos faz sentir bem. No entanto, se ficássemos
nesta adesão intelectual, logo perderíamos o entusiasmo ou nos enganaríamos pensando que conquistamos uma expansão da consciência quando, na realidade, construímos um mundo ideal.
A vida diária é uma escola e a experiência é o meio para aprender e para nos desenvolvermos. O método de vida, o esforço continuado e o amor ao próximo e à Divina Mãe são os pilares sobre os quais assentamos o nosso aprendizado.
A oração desempenha um papel fundamental em nosso desenvolvimento porque unifica nossas forças para que possamos cumprir o nosso fim. Ajuda-nos a manter vivo o nosso amor pela Divina Mãe, a não transformar meios em fins e a desenvolver a vontade necessária para metodizar a vida diária em função de nosso ideal.
A oração tem tantos matizes, graus de profundidade e variantes quantos os momentos que existem de oração. É bom que cultivemos amor pela oração desde o princípio, entregando-nos a ela sem temores, sem travas, sem ideias preconcebidas que possam nos inibir na busca de uma forma própria de orar. O importante no começo é tomar consciência de nós mesmos e de nossa necessidade essencial de comunicar-nos com o divino.
Uma mente sem um objetivo claro facilmente se perde em um diálogo interior infrutífero; no entanto, quando compreendemos a nossa necessidade fundamental de união com a Divina Mãe, torna-se fácil falar-lhe de nosso amor e de nossos anseios mais profundos.
A prática da oração aviva a nossa fé, alimenta a nossa esperança e nos treina para que possamos centrar-nos em nossa relação com o divino. Santa Teresa de Ávila dizia que orar é preencher-se de Deus e dá-Lo aos demais.
Orar não somente beneficia a nós mesmos, mas também aqueles com quem nos relacionamos e por quem oramos. Muitas vezes nos desesperamos por tanta dor e miséria que há no mundo. Está bem que pensemos e trabalhemos para encontrar soluções materiais que remedeiem as carências humanas, mas também é necessário recordar que, para as soluções serem reais e duradouras, elas devem se apoiar na conquista do amor e da compaixão. É aí que aprendemos a assistir, a compartilhar, a trabalhar desinteressadamente, a não usar mais do que o necessário, a descobrir a chispa divina em cada alma.
Por exemplo, com a prática da oração podemos encontrar a forma de transformar uma atitude crítica em uma atitude de aceitação. Quando, por exemplo, encontramo-nos com alguma pessoa a quem tendemos julgar, procuramos evitar dar lugar à crítica, alimentando a ideia de que a sua maneira de agir (que nos incomoda ou desagrada) é a sua forma peculiar e própria de se expressar.
Outro exemplo: podemos sentir pena pela injustiça no mundo, sem dar-nos conta de quantas vezes somos injustos com os que nos rodeiam e que, em muitos casos, somos injustos com os que nem sequer nos conhecem. Podemos sentir raiva contra sistemas econômicos, contra governos, contra a injustiça produzida pelas diferenças sociais e econômicas, contra todos aqueles que consideramos equivocados.
Mas, alguma vez nos perguntamos o que fazemos individualmente, desde o nosso lugar, para aliviar a injustiça no mundo? A oração pode ser o terreno fértil onde estas pequenas sementes de reflexão se transmutam em uma conduta concreta que reflete o nosso amor e preocupação pelo mundo.
Expressamos nosso amor à Divina Mãe a partir do valor e do tempo que dedicamos à oração; por isso, dedicamo-nos a praticá-la e a nutri-la com o nosso amor e esforço.
nesta adesão intelectual, logo perderíamos o entusiasmo ou nos enganaríamos pensando que conquistamos uma expansão da consciência quando, na realidade, construímos um mundo ideal.
A vida diária é uma escola e a experiência é o meio para aprender e para nos desenvolvermos. O método de vida, o esforço continuado e o amor ao próximo e à Divina Mãe são os pilares sobre os quais assentamos o nosso aprendizado.
A oração desempenha um papel fundamental em nosso desenvolvimento porque unifica nossas forças para que possamos cumprir o nosso fim. Ajuda-nos a manter vivo o nosso amor pela Divina Mãe, a não transformar meios em fins e a desenvolver a vontade necessária para metodizar a vida diária em função de nosso ideal.
A oração tem tantos matizes, graus de profundidade e variantes quantos os momentos que existem de oração. É bom que cultivemos amor pela oração desde o princípio, entregando-nos a ela sem temores, sem travas, sem ideias preconcebidas que possam nos inibir na busca de uma forma própria de orar. O importante no começo é tomar consciência de nós mesmos e de nossa necessidade essencial de comunicar-nos com o divino.
Uma mente sem um objetivo claro facilmente se perde em um diálogo interior infrutífero; no entanto, quando compreendemos a nossa necessidade fundamental de união com a Divina Mãe, torna-se fácil falar-lhe de nosso amor e de nossos anseios mais profundos.
A prática da oração aviva a nossa fé, alimenta a nossa esperança e nos treina para que possamos centrar-nos em nossa relação com o divino. Santa Teresa de Ávila dizia que orar é preencher-se de Deus e dá-Lo aos demais.
Orar não somente beneficia a nós mesmos, mas também aqueles com quem nos relacionamos e por quem oramos. Muitas vezes nos desesperamos por tanta dor e miséria que há no mundo. Está bem que pensemos e trabalhemos para encontrar soluções materiais que remedeiem as carências humanas, mas também é necessário recordar que, para as soluções serem reais e duradouras, elas devem se apoiar na conquista do amor e da compaixão. É aí que aprendemos a assistir, a compartilhar, a trabalhar desinteressadamente, a não usar mais do que o necessário, a descobrir a chispa divina em cada alma.
Por exemplo, com a prática da oração podemos encontrar a forma de transformar uma atitude crítica em uma atitude de aceitação. Quando, por exemplo, encontramo-nos com alguma pessoa a quem tendemos julgar, procuramos evitar dar lugar à crítica, alimentando a ideia de que a sua maneira de agir (que nos incomoda ou desagrada) é a sua forma peculiar e própria de se expressar.
Outro exemplo: podemos sentir pena pela injustiça no mundo, sem dar-nos conta de quantas vezes somos injustos com os que nos rodeiam e que, em muitos casos, somos injustos com os que nem sequer nos conhecem. Podemos sentir raiva contra sistemas econômicos, contra governos, contra a injustiça produzida pelas diferenças sociais e econômicas, contra todos aqueles que consideramos equivocados.
Mas, alguma vez nos perguntamos o que fazemos individualmente, desde o nosso lugar, para aliviar a injustiça no mundo? A oração pode ser o terreno fértil onde estas pequenas sementes de reflexão se transmutam em uma conduta concreta que reflete o nosso amor e preocupação pelo mundo.
Expressamos nosso amor à Divina Mãe a partir do valor e do tempo que dedicamos à oração; por isso, dedicamo-nos a praticá-la e a nutri-la com o nosso amor e esforço.


