Em 20221, a diretora de Cafh, Ana Cristina Flor, recordou aos membros que outro aspecto importante para considerar é que, assim como as pessoas não somos apenas seres biológicos, mas, por nossa capacidade de liberdade, temos um propósito em nossas vidas, Cafh tem um propósito no mundo, tem uma missão.
Cafh é um caminho místico.
Nossa missão é desenvolver uma parte da mística do futuro, a Mística do Coração. Nossa herança e nossa identidade fazem de Cafh um caminho de iniciação, de formação, que implica um percurso, uma descoberta progressiva, gradual, um processo contínuo de autoconhecimento e de autodeterminação.
Quando alguém se sente atraído a seguir o caminho de Cafh, precisa ser introduzido, gradualmente, a uma série de ideias e práticas. Esse primeiro contato revela aos olhos da alma suas possibilidades. Nessa etapa de conhecimento do Caminho a alma vai discernindo qual é seu genuíno sentir, sua modalidade para expressar sua vocação espiritual.
Essa modalidade vai se expressando através dos Votos que a alma escolhe livre e conscientemente assumir. E se manifesta, inclusive, na eleição de não emitir nenhum Voto.
Com um olhar linear, próprio do paradigma moderno, poderíamos ver os Votos como uma espécie de garantia ou certificado de desenvolvimento, ou interpretá-los como uma forma para medir, para comparar, e ainda considerá-los como elementos de controle e de manipulação. Nada mais longe de seu verdadeiro valor espiritual. Não há melhor nem pior, mais importante nem menos importante. Tampouco há garantias de desenvolvimento. A única coisa que conta é o esforço continuado para fazer realidade esse compromisso em nossa vida. Nessa medida nos tornamos credores dos Dons de Cafh.
Desde a visão de Cafh como um organismo vivo, os Votos são a expressão manifestada do modo da alma de viver sua vocação, e da parte do Corpo Místico que anela habitar. Determinam âmbitos de desenvolvimento. Todos esses âmbitos são necessários no Corpo Místico de Cafh já que cumprem uma função nesse Corpo.
O Voto é uma expressão da necessidade da alma de ultrapassar um limiar em sua vida como parte de seu processo, de seu percurso. É um ato soberano.
Um limiar marca um campo de possibilidades que a alma deseja explorar. Representa também o desafio da alma de ir além das barreiras do racional, dos limites da matéria, para adentrar-se em um mundo desconhecido, para conectar-se com o transcendente de seu ser e do universo todo.
Por isso, em Cafh o Voto pode compreender-se como uma confirmação íntima, uma necessidade espiritual de aderir por vontade própria ao desconhecido, ao Divino.
Também podemos afirmar, sem qualquer dúvida, que é possível dar esse passo rumo ao desconhecido sem assumir qualquer voto explícito. Da mesma forma, reconhecemos que muitas almas em outros caminhos e grupos têm modalidades diferentes para transitar o processo de desenvolvimento.
Cafh é um caminho místico.
Nossa missão é desenvolver uma parte da mística do futuro, a Mística do Coração. Nossa herança e nossa identidade fazem de Cafh um caminho de iniciação, de formação, que implica um percurso, uma descoberta progressiva, gradual, um processo contínuo de autoconhecimento e de autodeterminação.
Quando alguém se sente atraído a seguir o caminho de Cafh, precisa ser introduzido, gradualmente, a uma série de ideias e práticas. Esse primeiro contato revela aos olhos da alma suas possibilidades. Nessa etapa de conhecimento do Caminho a alma vai discernindo qual é seu genuíno sentir, sua modalidade para expressar sua vocação espiritual.
Essa modalidade vai se expressando através dos Votos que a alma escolhe livre e conscientemente assumir. E se manifesta, inclusive, na eleição de não emitir nenhum Voto.
Com um olhar linear, próprio do paradigma moderno, poderíamos ver os Votos como uma espécie de garantia ou certificado de desenvolvimento, ou interpretá-los como uma forma para medir, para comparar, e ainda considerá-los como elementos de controle e de manipulação. Nada mais longe de seu verdadeiro valor espiritual. Não há melhor nem pior, mais importante nem menos importante. Tampouco há garantias de desenvolvimento. A única coisa que conta é o esforço continuado para fazer realidade esse compromisso em nossa vida. Nessa medida nos tornamos credores dos Dons de Cafh.
Desde a visão de Cafh como um organismo vivo, os Votos são a expressão manifestada do modo da alma de viver sua vocação, e da parte do Corpo Místico que anela habitar. Determinam âmbitos de desenvolvimento. Todos esses âmbitos são necessários no Corpo Místico de Cafh já que cumprem uma função nesse Corpo.
O Voto é uma expressão da necessidade da alma de ultrapassar um limiar em sua vida como parte de seu processo, de seu percurso. É um ato soberano.
Um limiar marca um campo de possibilidades que a alma deseja explorar. Representa também o desafio da alma de ir além das barreiras do racional, dos limites da matéria, para adentrar-se em um mundo desconhecido, para conectar-se com o transcendente de seu ser e do universo todo.
Por isso, em Cafh o Voto pode compreender-se como uma confirmação íntima, uma necessidade espiritual de aderir por vontade própria ao desconhecido, ao Divino.
Também podemos afirmar, sem qualquer dúvida, que é possível dar esse passo rumo ao desconhecido sem assumir qualquer voto explícito. Da mesma forma, reconhecemos que muitas almas em outros caminhos e grupos têm modalidades diferentes para transitar o processo de desenvolvimento.


