Nós, seres humanos, não somos dirigidos apenas por ações e reações químicas de nosso corpo, mais do que células e tecidos. Somos emoções, ideias, possuímos magnetismo, mas sobretudo somos seres espirituais. Para alcançar uma felicidade genuína e duradoura, necessitamos constatar que nossa emoção e a forma como compreendemos a vida são instrumentos para o desenvolvimento do espírito.
A força que sustenta a vida é um campo imenso ainda ignorado. A ciência tenta penetrar nesse campo com alguns resultados. Diversas escolas, como a psicologia e a medicina psicossomática,
entre muitas outras áreas do conhecimento, resumem os esforços dos cientistas em suas tentativas para conhecer o ser humano integral.
A urgência em dar uma dimensão espiritual à nossa vida fica comprovada pelo fato de que, apesar do avanço nos campos da biologia, da medicina e da psicologia, nós, seres humanos,
continuamos padecendo. Somos destinados à imortalidade como entes espirituais. Dispomos de livre arbítrio que se revela pela nossa conduta e pelas obras que realizamos. Depende de nós a escolha pelo esforço ou pela estagnação.
Assim como a gota de orvalho reflete o sol, refletimos a imagem que somos do divino e isso impulsiona nosso desenvolvimento. Mesmo que tenhamos atitudes que nos afastem do crescimento do nosso ser, purificamos nossos pensamentos e sentimentos por nossa própria vontade de crescer e pelo dom.
Reconhecemos o divino em nós e nos tornamos credores dessa graça, contando com as orientações dos que já percorreram o Bom Caminho.
A força que sustenta a vida é um campo imenso ainda ignorado. A ciência tenta penetrar nesse campo com alguns resultados. Diversas escolas, como a psicologia e a medicina psicossomática,
entre muitas outras áreas do conhecimento, resumem os esforços dos cientistas em suas tentativas para conhecer o ser humano integral.
A urgência em dar uma dimensão espiritual à nossa vida fica comprovada pelo fato de que, apesar do avanço nos campos da biologia, da medicina e da psicologia, nós, seres humanos,
continuamos padecendo. Somos destinados à imortalidade como entes espirituais. Dispomos de livre arbítrio que se revela pela nossa conduta e pelas obras que realizamos. Depende de nós a escolha pelo esforço ou pela estagnação.
Assim como a gota de orvalho reflete o sol, refletimos a imagem que somos do divino e isso impulsiona nosso desenvolvimento. Mesmo que tenhamos atitudes que nos afastem do crescimento do nosso ser, purificamos nossos pensamentos e sentimentos por nossa própria vontade de crescer e pelo dom.
Reconhecemos o divino em nós e nos tornamos credores dessa graça, contando com as orientações dos que já percorreram o Bom Caminho.