Como descreveríamos um dia típico de nossa vida?
A primeira coisa que vem à nossa mente são geralmente cenas que envolvem nosso trabalho, idas e vindas, momentos com nossa família, uma ou outra preocupação.
As demandas que surgem em nosso entorno são tais que praticamente definem a imagem que temos de nós mesmos. E se esta imagem é de pessoas ativas e muito ocupadas, podemos crer que orar é incompatível com o nosso estilo de vida ou com nossas aptidões e que nunca conseguiremos fazê-lo devidamente.
A imagem de nós mesmos, recolhidos, meditando ou orando, raramente se apresenta como um aspecto do que somos. Deter-nos para refletir, para elevar nossa mente a um nível superior ao do cotidiano é uma necessidade sempre presente em nós. Ainda que seja próprio da natureza humana, elevar nosso pensamento em oração, nem todos o fazemos da mesma maneira.
Cada um de nós deve mergulhar em seu interior para encontrar sua forma individual e espontânea de orar. É bom que nos entreguemos a ela sem temores, sem travas, sem ideias preconcebidas que possam nos inibir na busca de uma forma de orar que nos é própria.
Nossa vida diária é uma escola e a experiência é o meio para aprendermos e para nos desenvolver. E a oração desempenha um papel fundamental em nosso desenvolvimento, porque unifica nossas forças. para que possamos cumprir o nosso propósito de vida, para não transformar meios em fins e para desenvolver a vontade necessária para metodizar nossa vida diária em função de nosso ideal.
A prática da oração aviva a nossa fé, alimenta a nossa esperança e nos treina para que possamos nos centrar em nossa relação com o divino.
Assim, o ato de orar pode ser entendido como preencher-se de Deus e dá-lo aos demais. É pensar, imaginar e sentir com a intenção posta no divino, é ordenar e elevar nossas faculdades acima do nível habitual de nós. É acumular-nos com o melhor que podemos conceber e oferendá-lo como um bem aos que nos rodeiam.
Orar nos coloca humildes ante a algo que nos supera e beneficia, além de nós mesmos, a todos aqueles com quem nos relacionamos e por quem oramos. Quando muitas vezes nos desesperamos por tanta dor e miséria que há no mundo, é a oração que nos abre as portas da compaixão, do amor incondicional, da mística do coração.
A primeira coisa que vem à nossa mente são geralmente cenas que envolvem nosso trabalho, idas e vindas, momentos com nossa família, uma ou outra preocupação.
As demandas que surgem em nosso entorno são tais que praticamente definem a imagem que temos de nós mesmos. E se esta imagem é de pessoas ativas e muito ocupadas, podemos crer que orar é incompatível com o nosso estilo de vida ou com nossas aptidões e que nunca conseguiremos fazê-lo devidamente.
A imagem de nós mesmos, recolhidos, meditando ou orando, raramente se apresenta como um aspecto do que somos. Deter-nos para refletir, para elevar nossa mente a um nível superior ao do cotidiano é uma necessidade sempre presente em nós. Ainda que seja próprio da natureza humana, elevar nosso pensamento em oração, nem todos o fazemos da mesma maneira.
Cada um de nós deve mergulhar em seu interior para encontrar sua forma individual e espontânea de orar. É bom que nos entreguemos a ela sem temores, sem travas, sem ideias preconcebidas que possam nos inibir na busca de uma forma de orar que nos é própria.
Nossa vida diária é uma escola e a experiência é o meio para aprendermos e para nos desenvolver. E a oração desempenha um papel fundamental em nosso desenvolvimento, porque unifica nossas forças. para que possamos cumprir o nosso propósito de vida, para não transformar meios em fins e para desenvolver a vontade necessária para metodizar nossa vida diária em função de nosso ideal.
A prática da oração aviva a nossa fé, alimenta a nossa esperança e nos treina para que possamos nos centrar em nossa relação com o divino.
Assim, o ato de orar pode ser entendido como preencher-se de Deus e dá-lo aos demais. É pensar, imaginar e sentir com a intenção posta no divino, é ordenar e elevar nossas faculdades acima do nível habitual de nós. É acumular-nos com o melhor que podemos conceber e oferendá-lo como um bem aos que nos rodeiam.
Orar nos coloca humildes ante a algo que nos supera e beneficia, além de nós mesmos, a todos aqueles com quem nos relacionamos e por quem oramos. Quando muitas vezes nos desesperamos por tanta dor e miséria que há no mundo, é a oração que nos abre as portas da compaixão, do amor incondicional, da mística do coração.